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quinta-feira, 24 de julho de 2014

O que é o destino?
É o que nos leva a algum lugar?
Ou o que nos afasta de alguém?
É o que não podemos controlar?
Ou o que nos faz refém?

Há quem chame de "sorte", que, ao contrário do que se imagina, nem sempre é positiva.
Sorte ou acaso?
O destino nos coloca frente a uma situação que vai culminar em algo já determinado.
O acaso muda rumos, apresenta possibilidades.
Não há como fugir do destino.
Há, porém, como virar as costas para o acaso e seguir a passos largos, em busca de outras possibilidades.
A hora de parar e olhar é decisão de cada um.
O medo da decisão é o que nos faz querer acreditar... em destino.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

 A solidão não depende de companhia, não depende da presença física.
Ela apenas se instala. Em segundos, minutos, horas, dias... Com conforto ou não.
A solidão não é clara, objetiva. Ela se apresenta sem ser convidada. E continua parecendo desconhecida.
Mas está lá, incomodando, derrubando...
A solidão bloqueia. Emudece, ensurdece.
Desnorteia.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Palavras guardadas.

Sentimentos passados,
esquecidos, superados.

Medo, insegurança, decepção, desilusão.

Euforia, alegria, amor, paixão...

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Éramos eu e você,
agora somos nós,
embora não sejamos um.

Individuais permanecemos.

Não somos duas metades que se completam,
somos dois inteiros que se complementam.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011



Uma sombra espreita,
arrastando-se pelos cômodos,
por entre as frestas.
E tudo vê.
Inútil esconder.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O que trago hoje é
meu eu, inteiro
Porém, me mostro
com o receio
de quem acredita
ter se fragilizado
por tanta verdade

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Qual a medida do frio?
Qual a medida do calor?
Gotas.
Gotas que se acumulam.
E que se transformam
com a intensidade da luz.
Há luz?

Sinto frio.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A vida me escapou.
Deixei a porta aberta e permiti que ela saísse sem mim.
Sequer quis saber o que ela fazia, pra onde ia, 
se iria voltar um dia.
Sem o meu controle,
ela simplesmente foi.
E o que será dela?
Sabe Deus...

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Se eu deixar de me importar
Se eu não me alimentar
Se eu deixar apenas o ar entrar
Talvez eu deixe de respirar

Queria apenas me deitar
e que o silêncio tivesse o poder
de fazer tudo continuar a funcionar
Como o vento que produz energia,
queria que a batida do meu coração
(em silêncio) fizesse o sorriso perdurar
Queria apenas descansar